Aqui seguem alguns dos piores para que você nunca os cometa:
Esquecer de algo que você se comprometeu a entregar ao cliente
Pode ser não retornar os telefonemas, faltar a uma reunião ou não cumprir um prazo, ou seja, falta de educação. Tudo isso sinaliza para o cliente que o negócio dele é menos importante para você do que outras coisas. É importante que o cliente sempre sinta que ele é a sua prioridade.
O Cliente achar que você está recomendando uma campanha para que a agência ganhe um prêmio em vez de recomendar o que é adequado ao negócio dele
Você precisa assegurar-se de que o cliente percebe que você “saca” do seu negócio e de suas necessidades. Nunca permita que ele questione as suas prioridades. Se ele o faz, você também se arrisca a ter a sua própria credibilidade questionada.
O Cliente pegar você na mentira
Não faça isso! Diga a verdade porque isso é a coisa certa a se fazer (e a mais fácil de lembrar). Se você mente ou maquia a verdade, somente coisas ruins podem daí advir. Você vai irritar seu cliente, vai perder a credibilidade e causar uma má impressão sobre a agência.
Não passar informações ao seu chefe (a respeito das coisas boas e más)
Não é necessário que você conte tudo ao seu supervisor, mas você precisa ter noção do que ele precisa saber. Nunca deixe seu chefe naquela situação em que ele não sabe algo que deveria saber quando ele estiver na frente de um cliente. Isso ajudará seu chefe a ser adequadamente proativo.
Denegrir a agência para o cliente
Tentar obter apoio do cliente através desse tipo de expediente é uma má idéia (mesmo que o cliente concorde). Se você faz uma coisa dessas, no longo prazo é mais provável que o cliente forme uma opinião negativa sobre você e sobre a agência. Tente ser um Atendimento do tipo “copo meio cheio, não copo meio vazio”.
Prometer demais, entregar de menos
Sempre devemos estar na posição daquele que supera as expectativas do cliente. Se a gente “vende demais” e deixa que as expectativas fiquem irrealisticamente altas, vamos gerar uma imagem ruim da agência e erodir nossa credibilidade com o cliente, caso a gente não cumpra o que prometeu.
Não falar claramente para a agência a respeito de como o cliente se sente
Não mascare ou suavize a respeito de como o cliente se sente para não ferir os sentimentos da agência. Primeiramente porque isso é uma perda de tempo valioso. Em segundo lugar porque daí pode resultar um trabalho feito de forma equivocada. Terceiro: você vai perder credibilidade interna, especialmente com o pessoal da criação.
Tomar o crédito para si em vez da equipe da agência
Além de errado (e egoísta), esse comportamento vai de encontro ao nosso objetivo em fazer o cliente achar que a agência é indispensável, e não uma única pessoa. Embora os clientes acabem gravitando em torno de algumas pessoas específicas que lidam com a conta, precisamos nos assegurar que eles estejam felizes com a agência como um todo, de forma que eles não fiquem preocupados quando tivermos que fazer alguma troca de profissionais.
Falar mal do cliente
Independentemente do comportamento do cliente ou de suas decisões, nunca é boa idéia falar mal dele pelas costas dentro da agência. Um mau exemplo para quem é Junior. Além de promover uma baixa moral. E, se um dia o cliente fica sabendo, pode haver repercussões desastrosas.